A frase inglesa "The quick brown fox jumps over the lazy dog" utiliza todas as letras do alfabeto!? Foi criada pela Western Unionpara testar as suas telecomunicações telex/twx!
Quando o café "A Brasileira" vendeu os primeiros cafés expressos" em Lisboa, o público achou-os amargos e daí que o proprietário da casa tivesse inventado o slogan para ajudar nas vendas: "Beba Isto Com Açúcar". E pegou!! Hoje, a palavra foi reduzida às suas iniciais: BICA! Afinal, a BICA tem uma razão forte de existir!!...
Durante a Guerra, nos Estados Unidos da América (vulgo USA), quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem baixas, escreviam numa placa "0 Killed" (zero mortos) o que deu origem à expressão OK para indicar que tudo está bem.
Antigamente, em Inglaterra, não se podia fazer sexo sem o consentimento do Rei (a não ser que se tratasse de um membro da família real ("Ufa!! Ainda bem que os tempos mudaram!!...").
Quando os súbditos de sua majestade queriam fazer amor, tinham que solicitá-lo ao monarca, que lhes entregava uma placa que deviam colocar em frente da porta do quarto enquanto tivessem relações.
Na placa lia-se: "Fornication Under Consent of the King ". Daí a origem da expressão inglesa FUCK !!!!
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
domingo, 28 de setembro de 2008
Inquérito sobre emigrantes
Resposta a um inquérito a 850.000 habitantes em Portugal:
Você pensa que existem demasiados emigrantes em Portugal?
20% - Sim
13% - Não
67% - Oi?!
Você pensa que existem demasiados emigrantes em Portugal?
20% - Sim
13% - Não
67% - Oi?!
sábado, 27 de setembro de 2008
O cão do funcionário público
Cá fica mais uma piadola...
Cinco homens discutiam sobre a inteligência dos seus cães.
O primeiro era engenheiro, segundo contabilista, o terceiro químico, o quarto informático e o quinto funcionário público.
Para fundamentar a sua posição, o engenheiro chama o seu cão:
- Esquadro! Faz a tua rotina...
O Esquadro foi até ao escritório, agarrou num pouco de papel e numa lapiseira e rapidamente desenhou um circulo, um quadrado e um triângulo. Todos admitiram que o cão era incrível...
Mas o contabilista disse que o seu cão podia fazer melhor... Chamou o seu cão e disse-lhe:
- Formulário! Faz a tua rotina...
Formulário, foi até à cozinha e voltou com uma dúzia de bolachinhas.
Dividiu-as em 4 pilhas de 3 bolachas cada uma. Todos admitiram que era genial!
O químico disse que podia fazer melhor.
- Medida! Faz a tua rotina...
Medida levantou-se, foi até ao frigorífico, tirou 1/4 L de leite, pegou num copo médio e o encheu completamente sem entornar uma só gota! Todos acharam isto muito interessante...
Mas o informático sabia que os podia ganhar a todos.... Virou-se e disse:
- Disco Rígido! Faz a tua rotina...
Disco Rígido atravessou o quarto e ligou o computador, correu um anti-vírus e após ter verificado que o sistema estava limpo, optimizou o sistema operativo, mandou um e-mail e instalou um jogo excelente.
Todos sabiam que isto era bastante difícil de superar.
Então, os quatros homens olharam para o funcionário público e perguntaram-lhe:
- E o teu cão? Que sabe ele fazer?
O funcionário público chamou o seu cão e disse-lhe:
- Descanso.. faz a tua rotina...
O Descanso deu um salto, comeu as bolachas, bebeu o leite, viu pornografia na net, apagou todos os ficheiros do computador, abusou sexualmente dos outros quatro cães, alegou que ao fazer isto tinha criado uma lesão na coluna, interpôs uma denuncia por condições de trabalho precárias, reclamou por salários mais elevados e meteu baixa por 6 meses...
Cinco homens discutiam sobre a inteligência dos seus cães.
O primeiro era engenheiro, segundo contabilista, o terceiro químico, o quarto informático e o quinto funcionário público.
Para fundamentar a sua posição, o engenheiro chama o seu cão:
- Esquadro! Faz a tua rotina...
O Esquadro foi até ao escritório, agarrou num pouco de papel e numa lapiseira e rapidamente desenhou um circulo, um quadrado e um triângulo. Todos admitiram que o cão era incrível...
Mas o contabilista disse que o seu cão podia fazer melhor... Chamou o seu cão e disse-lhe:
- Formulário! Faz a tua rotina...
Formulário, foi até à cozinha e voltou com uma dúzia de bolachinhas.
Dividiu-as em 4 pilhas de 3 bolachas cada uma. Todos admitiram que era genial!
O químico disse que podia fazer melhor.
- Medida! Faz a tua rotina...
Medida levantou-se, foi até ao frigorífico, tirou 1/4 L de leite, pegou num copo médio e o encheu completamente sem entornar uma só gota! Todos acharam isto muito interessante...
Mas o informático sabia que os podia ganhar a todos.... Virou-se e disse:
- Disco Rígido! Faz a tua rotina...
Disco Rígido atravessou o quarto e ligou o computador, correu um anti-vírus e após ter verificado que o sistema estava limpo, optimizou o sistema operativo, mandou um e-mail e instalou um jogo excelente.
Todos sabiam que isto era bastante difícil de superar.
Então, os quatros homens olharam para o funcionário público e perguntaram-lhe:
- E o teu cão? Que sabe ele fazer?
O funcionário público chamou o seu cão e disse-lhe:
- Descanso.. faz a tua rotina...
O Descanso deu um salto, comeu as bolachas, bebeu o leite, viu pornografia na net, apagou todos os ficheiros do computador, abusou sexualmente dos outros quatro cães, alegou que ao fazer isto tinha criado uma lesão na coluna, interpôs uma denuncia por condições de trabalho precárias, reclamou por salários mais elevados e meteu baixa por 6 meses...
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Mandamentos das mulheres
•1- Mulher não mente, omite os factos.
•2- Mulher não fofoca, troca informações.
•3- Mulher não trai, vinga-se.
•4- Mulher não fica bêbeda, entra em estado de alegria.
•5- Mulher nunca chateia, apenas é sincera.
•6- Mulher não grita, testa as cordas vocais.
•7- Mulher nunca chora, lava as pupilas dos olhos com frequência.
•8- Mulher nunca olha para um homem sarado com segundas intenções, apenas verifica suas formas anatómicas.
•9- Mulher entende sempre o que homem diz, só pede que explique novamente para testar sua capacidade de raciocínio.
•10- Mulher não sente preguiça, descansa a beleza.
•11- Mulher nunca sofre por amor, entra em contradições com os sentimentos.
•12- Mulher nunca engana os homens, pratica o que aprendeu com eles!!
•2- Mulher não fofoca, troca informações.
•3- Mulher não trai, vinga-se.
•4- Mulher não fica bêbeda, entra em estado de alegria.
•5- Mulher nunca chateia, apenas é sincera.
•6- Mulher não grita, testa as cordas vocais.
•7- Mulher nunca chora, lava as pupilas dos olhos com frequência.
•8- Mulher nunca olha para um homem sarado com segundas intenções, apenas verifica suas formas anatómicas.
•9- Mulher entende sempre o que homem diz, só pede que explique novamente para testar sua capacidade de raciocínio.
•10- Mulher não sente preguiça, descansa a beleza.
•11- Mulher nunca sofre por amor, entra em contradições com os sentimentos.
•12- Mulher nunca engana os homens, pratica o que aprendeu com eles!!
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Genérico do Verão Azul
Após ter aqui deixado a crónica do Nuno Markl, apercebi-me que havia pessoas que não se lembravam do genérico do Verão Azul. Deviam ter vergonha, mas enfim... Deixo-vos então o genérico.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
A Juventude que hoje tem até 20 anos, por Nuno Markl
Enviaram-me este texto da autoria de Nuno Markl para o email. Adorei, concordei e decidi partilhá-lo convosco. Penso que muitos concordarão com ele.
"A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos:Ele nunca subiu a uma árvore!
E pior, nunca caiu de uma. É um mole.
Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.
Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos.
Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.
Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra.
Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.
Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.
Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído.
Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.
Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo.
Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia.
E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade?
E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto.
Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.
Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.
Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.
É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.
(Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!)"
Texto de Nuno Markl
"A juventude de hoje, na faixa que vai até aos 20 anos, está perdida.
E está perdida porque não conhece os grandes valores que orientaram os que hoje rondam os trinta.
O grande choque, entre outros nessa conversa, foi quando lhe falei no Tom Sawyer.
'Quem?', perguntou ele. Quem?! Ele não sabe quem é o Tom Sawyer! Meu Deus... Como é que ele consegue viver com ele mesmo?
A própria música: 'Tu que andas sempre descalço, Tom Sawyer, junto ao rio a passear, Tom Sawyer, mil amigos deixarás, aqui e além...' era para ele como o hino senegalês cantado em mandarim.
Claro que depois dessa surpresa, ocorreu-me que provavelmente ele não conhece outros ícones da juventude de outrora.
O D'Artacão, esse herói canídeo, que estava apaixonado por uma caniche; Sebastien et le Soleil, combatendo os terríveis Olmecs; Galáctica, que acalentava os sonhos dos jovens, com as suas naves triangulares; O Automan, com o seu Lamborghini que dava curvas a noventa graus; O mítico Homem da Atlântida, com o Patrick Duffy e as suas membranas no meio dos dedos; A Super Mulher, heroína que nos prendia à televisão só para a ver mudar de roupa (era às voltas,lembram-se?); O Barco do Amor, que apesar de agora reposto na Sic Radical, não é a mesma coisa. Naquela altura era actual...
E para acabar a lista, a mais clássica de todas as séries, e que marcou mais gente numa só geração: O Verão Azul.
Ora bem, quem não conhece o Verão Azul merece morrer. Quem não chorou com a morte do velho Shanquete, não merece o ar que respira. Quem, meu Deus, não sabe assobiar a música do genérico, não anda cá a fazer nada.
Depois há toda uma série de situações pelas quais estes jovens não passaram, o que os torna fracos:Ele nunca subiu a uma árvore!
E pior, nunca caiu de uma. É um mole.
Ele não viveu a sua infância a sonhar que um dia ia ser duplo de cinema.
Ele não se transformava num super-herói quando brincava com os amigos.
Ele não fazia guerras de cartuchos, com os canudos que roubávamos nas obras e que depois personalizávamos.
Aliás, para ele é inconcebível que se vá a uma obra.
Ele nunca roubou chocolates no Pingo-Doce. O Bate-pé para ele é marcar o ritmo de uma canção.
Confesso, senti-me velho...
Esta juventude de hoje está a crescer à frente de um computador.
Tudo bem, por mim estão na boa, mas é que se houver uma situação de perigo real, em que tenham de fugir de algum sítio ou de alguma catástrofe, eles vão ficar à toa, à procura do comando da Playstation e a gritar pela Lara Croft.
Óbvio, nunca caíram quando eram mais novos. Nunca fizeram feridas, nunca andaram a fazer corridas de bicicleta uns contra os outros.
Hoje, se um miúdo cai, está pelo menos dois dias no hospital, a levar pontos e fazer exames a possíveis infecções, e depois está dois meses em casa fazer tratamento a uma doença que lhe descobriram por ter caído.
Doenças com nomes tipo 'Moleculum infanticus', que não existiam antigamente.
No meu tempo, se um gajo dava um malho muitas vezes chamado de 'terno' nem via se havia sangue, e se houvesse, não era nada que um bocado de terra espalhada por cima não estancasse.
Eu hoje já nem vejo as mães virem à rua buscar os putos pelas orelhas, porque eles estavam a jogar à bola com os ténis novos.
Um gajo na altura aprendia a viver com o perigo.
Havia uma hipótese real de se entrar na droga, de se engravidar uma miúda com 14 anos, de apanharmos tétano num prego enferrujado, de se ser raptado quando se apanhava boleia para ir para a praia.
E sabíamos viver com isso. Não estamos cá? Não somos até a geração que possivelmente atinge objectivos maiores com menos idade?
E ainda nos chamavam geração 'rasca'... Nós éramos mais a geração 'à rasca', isso sim. Sempre à rasca de dinheiro,sempre à rasca para passar de ano, sempre à rasca para entrar na universidade, sempre à rasca para tirar a carta, para o pai emprestar o carro. Agora não falta nada aos putos.
Eu, para ter um mísero Spectrum 48K, tive que pedir à família toda para se juntar e para servir de presente de anos e Natal, tudo junto.
Hoje, ele é Playstation, PC, telemóvel, portátil, Gameboy, tudo.
Claro, pede-se a um chavalo de 14 anos para dar uma volta de bicicleta e ele pergunta onde é que se mete a moeda, ou quantos bytes de RAM tem aquela versão da bicicleta.
Com tanta protecção que se quis dar à juventude de hoje, só se conseguiu que 8 em cada dez putos sejam cromos.
Antes, só havia um cromo por turma. Era o totó de óculos, que levava porrada de todos, que não podia jogar à bola e que não tinha namoradas.
É certo que depois veio a ser líder de algum partido, ou gerente de alguma empresa de computadores, mas não curtiu nada.
(Nota: ...os chocolates não eram gamados no 'Pingo Doce'... Ainda se chamava 'Pão de Açúcar'!!!)"
Texto de Nuno Markl
terça-feira, 16 de setembro de 2008
Madonna na Bela Vista
Assim como mais 75.000 pessoas, eu estive no concerto da Madonna.
Não fiquei horas à espera para comprar bilhete, arranjaram-mo dois dias antes e a preço de bilheteira.
Não estacionei o carro na outra ponta da cidade, mas sim à porta, mas isso deve-se a pura sorte, e muita lata.
Não demorei duas horas nem três, nem sequer quinze minutos para entrar. Mas também cheguei à Bela Vista às 21h, ou seja, 15 minutos antes de Madonna entrar em palco.
Claro que todas estas vantagens tinham de trazer desvantagens. E grandes, diga-se de passagem.
Fiquei longe do palco e, como tal, não o via. Via apenas a sua parte superior e os dois gigantes M’s que o ladeavam. Portanto vi o concerto através dos ecrãs. Basicamente como se estivesse em casa a ver um DVD do concerto num televisor com ecrã plasma. É de salientar que os ecrãs estavam com um delay de alguns segundos, o que me chegou a fazer pensar que a rainha da Pop estaria a fazer playback. Mas não! Era mesmo ela que estava a cantar, com som em directo.
Por ter ficado longe do palco, e no topo do parque da Bela Vista, o som também não era dos melhores. Digam o que disserem, continuo a achar que a culpa foi dos senhores técnicos e não minha por ter ficado longe do palco. Isto porque nos vários Rock in Rio’s cheguei a ver concertos mais ou menos no mesmo local e ouvia perfeitamente, sem problemas.
Quanto ao concerto em si, achei que Madonna esteve bastante bem, digna do seu cognome de “Rainha do Pop”. Aos 50 anos, ela continua a dançar sem parar, a saltar à corda, a dançar agarrada ao varão, a incentivar o público, a fazer um grande espectáculo.
No entanto, e devo dizer que não a fui ver na “Confessions Tour” mas vi e revi várias vezes o DVD, parece-me que esta tournée está mais fraquinha. A anterior era muito mais grandiosa e espectacular.
Fico, e acredito que não sou a única, à espera que Madonna volte rapidamente a Portugal, desta vez a um estádio ou a uma sala de espectáculos. Ela merece ter 75.000 pessoas a assistir ao concerto, mas as 75.000 pessoas também merecem vê-la e ouvi-la em condições.
Não fiquei horas à espera para comprar bilhete, arranjaram-mo dois dias antes e a preço de bilheteira.
Não estacionei o carro na outra ponta da cidade, mas sim à porta, mas isso deve-se a pura sorte, e muita lata.
Não demorei duas horas nem três, nem sequer quinze minutos para entrar. Mas também cheguei à Bela Vista às 21h, ou seja, 15 minutos antes de Madonna entrar em palco.
Claro que todas estas vantagens tinham de trazer desvantagens. E grandes, diga-se de passagem.
Fiquei longe do palco e, como tal, não o via. Via apenas a sua parte superior e os dois gigantes M’s que o ladeavam. Portanto vi o concerto através dos ecrãs. Basicamente como se estivesse em casa a ver um DVD do concerto num televisor com ecrã plasma. É de salientar que os ecrãs estavam com um delay de alguns segundos, o que me chegou a fazer pensar que a rainha da Pop estaria a fazer playback. Mas não! Era mesmo ela que estava a cantar, com som em directo.
Por ter ficado longe do palco, e no topo do parque da Bela Vista, o som também não era dos melhores. Digam o que disserem, continuo a achar que a culpa foi dos senhores técnicos e não minha por ter ficado longe do palco. Isto porque nos vários Rock in Rio’s cheguei a ver concertos mais ou menos no mesmo local e ouvia perfeitamente, sem problemas.
Quanto ao concerto em si, achei que Madonna esteve bastante bem, digna do seu cognome de “Rainha do Pop”. Aos 50 anos, ela continua a dançar sem parar, a saltar à corda, a dançar agarrada ao varão, a incentivar o público, a fazer um grande espectáculo.
No entanto, e devo dizer que não a fui ver na “Confessions Tour” mas vi e revi várias vezes o DVD, parece-me que esta tournée está mais fraquinha. A anterior era muito mais grandiosa e espectacular.
Fico, e acredito que não sou a única, à espera que Madonna volte rapidamente a Portugal, desta vez a um estádio ou a uma sala de espectáculos. Ela merece ter 75.000 pessoas a assistir ao concerto, mas as 75.000 pessoas também merecem vê-la e ouvi-la em condições.
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